30/06/2016

Compartilhamento de bases de dados na administração pública federal


Imagem: http://www.ceped.ufsc.br/wp-content/uploads/2015/08/base-de-dados-imagem3.jpg



DECRETO Nº 8.789, DE 29 DE JUNHO DE 2016
 
Dispõe sobre o compartilhamento de bases de dados na administração pública federal.

Para ler o Decreto, acesse:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Decreto/D8789.htm



Política Nacional de Inteligência

DECRETO Nº 8.793, DE 29 DE JUNHO DE 2016

  Fixa a Política Nacional de Inteligência.

O VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de Presidente da República, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, caput, inciso VI, alínea “a”, da Constituição,  

DECRETA: 

Art. 1º  A Política Nacional de Inteligência - PNI, fixada na forma do Anexo, visa a definir os parâmetros e os limites de atuação da atividade de inteligência e de seus executores no âmbito do Sistema Brasileiro de Inteligência, nos termos estabelecidos pela Lei nº 9.883, de 7 de dezembro de 1999. 

Art. 2º  Compete ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República a coordenação das atividades de inteligência no âmbito da administração pública federal. 

Art. 3º  Os órgãos e as entidades da administração pública federal deverão considerar, em seus planejamentos, as ações que concorram para o fortalecimento do Sistema Brasileiro de Inteligência. 

Art. 4º  Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. 

Brasília, 29 de junho de 2016; 195º da Independência e 128º da República. 

MICHEL TEMER
Sergio Westphalen Etchegoyen 
Este texto não substitui o publicado no DOU de 30.6.2016

Pra ler o texto da Política, acesse:

28/06/2016

Entrevista com Tanguy Baghdadi, do Petit Journal





















Hoje entrevistaremos o professor Tanguy Baghdadi, do Petit Journal, que é mestre em Relações Internacionais e professor do Curso Clio desde 2007, onde também é coordenador pedagógico, como na Universidade Veiga de Almeida.

Integra o Petit Journal, junto com o professor Tanguy Baghdadi, o Professor Daniel Sousa, Economista formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mestre em Ciências Econômicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ),  professor do Curso Clio  desde 2005 e Coordenador de cursos e extensão do Ibmec desde 2012.


O Petit Journal iniciou suas atividades recentemente, o que levou à sua criação?

Eu e o Daniel Sousa nos sentimos um pouco incomodados com a forma de acesso das pessoas a informações cotidianas. Com a internet, nós passamos o dia inteiro lendo, e temos uma atenção limitada aos detalhes. As informações às quais temos acesso são, ora curtas demais, sem chegar às informações mais relevantes, ora longas demais, o que não nos instiga a ler até o fim, já que a oferta de textos é alta demais. O desafio que nós nos colocamos foi criar formas de as pessoas reterem informações importantes, depurando o que há de mais central nas notícias diárias. A forma que encontramos foi por meio de áudios, que mudam a forma pela qual as pessoas em acesso às informações. Informações que articulem diversos elementos, com início, meio e fim, com uma explicação oral, tendem a ser mais instigantes do que mais um texto disponível na internet.


Quais os conteúdos que serão abordados no Petit Journal ?

Por enquanto, nos atemos às nossas áreas de especialização. Eu comento as notícias de relações internacionais e o Daniel comenta economia. Nada impede que ampliemos o escopo posteriormente, com outros comentaristas. Vamos ver como o projeto evolui.


Como funciona o Petit Journal e em que ele pode ajudar aos estudantes do CACD e de Relações Internacionais?

O foco do Petit Journal não é o CACD, isso é muito importante que seja dito. Ao produzir o conteúdo, não nos preocupamos com a compatibilidade com o concurso, o discurso oficial ou a linguagem da prova. O projeto nos dá uma liberdade grande neste sentido. Para o concurso, temos os nossos parceiros, do Clipping CACD, que se especializaram nisso e são imbatíveis na seleção de temas para o concurso e, naturalmente, o Curso Clio, onde eu e o Daniel somos professores há muitos anos. O Petit Journal não se volta para o CACD.


Quais é o diferencial do Petit Journal com relação a outros sites?

O diferencial é o formato. A ideia é que a informação seja passada de forma rápida e direta. O áudio é um formato muito valioso para isso, porque aproxima o falante do ouvinte. Para nós, que somos professores, o conforto é ainda maior, porque é com isso que nós ganhamos a vida. Nosso desafio é levar informações completas para os ouvintes, com qualidade, objetividade e uma boa curadoria. 


Como é formado o corpo de profissionais que fazem parte do Petit Journal?

Nós somos apenas quatro: eu e o Daniel Sousa, que produzimos o conteúdo, e os incansáveis Rafael e Lucas, do Clipping CACD. Tenho um respeito profundo pelo trabalho deles, e acho extremamente complementar a todas as minhas atividades como professor. A agilidade deles é que permite que o Petit Journal exista.


O Petit Journal possui conteúdo novo em todos os das úteis. para conhecer, acesse: petitjournal.com.br ou facebook.com/Petit-Journal-1563570020605806. E assista ao primeiro vídeo do Petit Jounal, abaixo.


Entrevista com Marina Neves, do Diplô App

























Hoje entrevistaremos Marina Neves, consultora e mestre em Política e Relações Internacionais pela City University de Londres e criadora do aplicativo gratuito Diplô App. 


Quando foi criado o Diplô App?

O aplicativo Diplô App nasceu no início 2015, mas apenas começou a ser divulgado amplamente no final do mesmo ano. Na verdade, a marca Diplôapp era uma página no Facebook, na qual era possível ter acesso a informações relativas à diplomacia, política internacional e política externa brasileira. Os posts da referida página eram produzidos especialmente para alunos de Relações Internacionais que se preparavam para concursos e/ou processos seletivos que exigem o conhecimento de política internacional e política externa brasileira. Quando começamos a publicar questões com comentários, a página ganhou muitos seguidores. Surgiu, então, a ideia de criar um aplicativo com algumas questões gratuitas. 


Quais são os recursos disponíveis no Diplô App?

Não tínhamos muito dinheiro para investir em aplicativos mais sofisticados. As funcionalidades, portanto, são bem simples. O aluno faz o cadastro apenas com um email e pode, livremente, ter acesso a algumas questões relativas à diplomacia, política internacional e política externa brasileira. Até agora, só temos a versão do aplicativo para aparelhos Android.  As questões são do tipo Certo e Errado, já que provas dessa natureza, tal como a prova da primeira fase do concurso de admissão à carreira de diplomata no Brasil, devem ser respondidas dessa forma. De tempos em tempos, o aplicativo é atualizado com novas questões. Em paralelo, produzidos alguns resumos digitais de conteúdo da matéria e enviamos emails informativos sobre eventos e cursos oferecidos na área. Poderíamos dizer que o aplicativo é apenas um complemento à página. 


Como funciona a plataforma e em que ela pode ajudar aos estudantes?

O aplicativo e os outros materiais produzidos cumprem uma função eminentemente didática. Há algo que quis preservar. Como bem sabem os professores de Ciências Políticas e Sociais e/ou Relações Internacionais, fazer exercícios ou ler resumos é uma boa maneira de ganhar conhecimento, porém, não a única. Nada exclui, portanto, consulta a leituras especializadas. No entanto, tanto as questões gratuitas do aplicativo quanto os resumos produzidos podem facilitar a assimilação do conteúdo das leituras acadêmicas. Garantindo, assim, ao aluno a oportunidade de fazer o seu próprio exercício de pesquisa e consulta a outras fontes. Estudar é sempre um verdadeiro exercício de liberdade. E não faltam fontes. 


Qual é o diferencial do Diplô App com relação a outros recursos?

Confesso que, no futuro, mais diferenciais poderão surgir. Sempre é possível melhorar. Mas se tivesse que estabelecer, no momento, o diferencial, diria que é o relacionamento que tentamos construir com alunos e candidatos. Tal relacionamento é expresso tanto nos emails informativos enviados quanto nos resumos disponíveis – alguns gratuitos e outros com valor bastante acessível. Mais uma vez: a intenção é cercar o candidato de materiais com preços confortáveis. Não é fácil estudar para concursos. Mais difícil ainda é estar desempregado, ter um sonho, mas não ter recursos para investir no próprio estudo. 


Como é formado o corpo de profissionais que fazem parte do Diplô App?

Bastante limitado. Há um desenvolvedor, uma professora especialista na área e um estudante também da área que participa dos processos. 


Que dicas poderiam dar para quem está estudando para o CACD?

O desafio será sempre o volume de coisas a serem estudadas. Não se esqueça de que provas para vagas concorridas e/ou difíceis – confesso que acho a prova do Instituto Rio Branco bastante cansativa e exigente – exigem do candidato muitas leituras e métodos produtivos de estudo. Todos os alunos que vi passarem na prova tinham altíssimo volume de leitura. Nos dias de hoje, há muitos “distraídores”; ou seja, celular, internet e televisão podem distrair o estudante com muita facilidade. Quando dou cursos, percebo que os alunos precisam cada vez mais de incentivos para ter atenção. Sou a favor dos métodos. Para estudos, há muitos. Vocês já ouviram falar Técnica Pomodoro? É interessante. Mas ressalto: a melhor técnica é aquela a qual traz conforto para o aluno e, principalmente, aquela que, de fato, o ajuda a aprender. 

Links para maiores informações: https://www.facebook.com/diploapp1/


O principal produto do aplicativo Diplô app é a "Cartilha Política Externa Brasileira Em Minutos", que tem o objetivo de facilitar os estudos dos candidatos à carreira de diplomata. As informações são apresentadas de forma instrumental para que o candidato possa organizar melhor o conhecimento acerca da política externa brasileira. A cartilha é vendida no link:

Entrevista com alunos estrangeiros do Instituto Rio Branco

27/06/2016

Saiba mais sobre a União Europeia



Páginas do Youtube dos órgãos da União Europeia
http://europa.eu/contact/social-networks/index_en.htm#n:3|i:|e:|t:|s:

UE em 12 lições
http://bookshop.europa.eu/en/europe-in-12-lessons-pbNA0213714/

Como a UE funciona
http://bookshop.europa.eu/en/how-the-european-union-works-pbNA0414810/

Tudo sobre como funciona a UE
http://europa.eu/about-eu/index_en.htm

Órgãos da UE
http://europa.eu/about-eu/institutions-bodies/index_en.htm

Informações sobre os países membros da UE
http://europa.eu/about-eu/countries/member-countries/index_en.htm

Mapas históricos da UE
http://ec.europa.eu/avservices/photo/photoByMediaGroup.cfm?sitelang=en&mgid=38

A história da UE
http://europa.eu/about-eu/eu-history/index_en.htm

Entrevista com Patricia Galves Derolle, do e-Internacionalista

Hoje entrevistaremos Patricia Galves Derolle, idealizadora do e-Internacionalista. Patrícia tem 30 anos, é formada em Relações Internacionais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, possui especialização em Direito Humanitário pelo Instituto Internacional de Direito Humanitário (Itália) e pós-graduação em Relações Internacionais pela Fundação Getúlio Vargas. 

Iniciou sua carreira profissional como professora de inglês. Trabalhou no Escritório de Representação do Ministério das Relações Exteriores em São Paulo (ERESP), realizou  estágio voluntário na Missão do Brasil junto à União Europeia e na Missão do Brasil junto à ONU. Fez trabalho temporário no Consulado-Geral do Brasil em Genebra, e trabalhou na International Road Transport Union (IRU). Para conhecer melhor a trajetória da Patrícia e o projeto e-Internacionalista, acesse http://e-internacionalista.com.br/2015/01/20/i-have-a-dream-do-you


Quando foi criado e-Internacionalista?

O blog foi idealizado em 2012. Antes de se tornar um blog, per se, que é hoje, ele foi um método que utilizei para organizar, de maneira pragmática, todos os fichamentos básicos relacionados ao Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD). Àquela época, o blog chamava-se "Um pouco de tudo". Com o crescente número de acessos, ele foi tomando forma própria e passou a atender dois públicos: os CACDistas (aspirantes à diplomacia) e os internacionalistas (graduandos, pós-graduandos e profissionais em Relações Internacionais).


Quais são os conteúdos e recursos fornecidos pela página do e-Internacionalista?

O e-Internacionalista tem basicamente duas vertentes básicas. A primeira relaciona-se a conteúdos de interesse dos aspirantes à carreira de diplomata. Em "Espaço dos CACDistas" (http://e-internacionalista.com.br/estudos-para-o-cacd) é possível encontrar fichamentos e breves resumos sobre praticamente todo o edital do CACD. Esse espaço não tem a pretensão de oferecer leituras densas, mas sim apoio e revisão, em formato de tópicos ou em breves textos. A segunda abre espaço para discussões e debates na área de Relações Internacionais, proporcionando artigos de opinião e análises sobre os diversos temas que perpassam o cenário internacional. Tudo isso pode ser encontrado nas abas "Artigos" (http://e-internacionalista.com.br/artigos) e "Regiões" (http://e-internacionalista.com.br/regioes). Além dos conteúdos mencionados acima, também compartilhamos dicas de estudo e de materiais tanto no blog como na página no facebook (www.facebook.com/e.internacionalista).


Como funciona a plataforma e em que ela pode ajudar aos estudantes?

A plataforma é gratuita e de livre acesso a todos. Ela ajuda os concurseiros e os estudantes indiretamente, por meio do compartilhamento de informações relacionadas ao mundo das RIs. O blog tem, ainda, o propósito de democratizar e expandir o estudo das Relações Internacionais no Brasil, incentivando internacionalistas a exporem suas ideias e seus ideais.


Qual é o diferencial do e-Internacionalista com relação a outros sites?

O principal diferencial do e-Internacionalista é a liberdade de publicar textos sem excessivas formalidades. Por vezes, muitos estudantes querem comentar sobre determinados assuntos, mas encontram barreiras para publicação de seus textos. Dessa forma, abrimos o espaço com esse intuito. Por outro lado, também incentivamos os concurseiros a compartilharem seus fichamentos. Entendemos que o CACD é um concurso deveras difícil, por isso a cooperação torna a trajetória de todos mais agradável e menos penosa.


Como é formado o corpo de profissionais que fazem parte do e-Internacionalista?

O e-internacionalista é administrado por mim mesma. Ao longo de sua história, criamos um corpo de articuladores, os quais colaboram sempre que podem. Não temos um grupo fechado, estamos sempre abertos para quaisquer pessoas interessadas em contribuir com o blog.  


Que dicas poderiam dar para quem está estudando para o CACD?

O CACD é um concurso trabalhoso, que exige maturidade intelectual dos candidatos. Portanto, estude, leia a bibliografia oficiosa, pratique com questões, para ser um concurseiro completo. Ademais, siga as dicas dos colegas que já passaram e monte a sua estratégia. Para agora, nas vésperas do concurso, o ideal é manter a calma (essa dica vale para mim também, sei que não é fácil), fazer questões e, se possível, discutir os conteúdos e as questões em um grupo de estudo. 


Entrevista com a Embaixadora Vera Cíntia Álvarez

22/06/2016

Alterações na competências da Agência de Promoção de Exportações do Brasil - Apex-Brasil

Para facilitar a leitura, incluí o caput dos artigos alterados. A versão original está disponível em  planalto.gov.br



 DECRETO Nº 8.788, DE 21 DE JUNHO DE 2016
 
Altera o Decreto no 4.584, de 5 de fevereiro de 2003, que institui o Serviço Social Autônomo Agência de Promoção de Exportações do Brasil - Apex-Brasil.

DECRETA: 

Art. 1º  O Decreto no 4.584, de 5 de fevereiro de 2003, passa a vigorar com as seguintes alterações: 

Art. 2º  Compete à Apex-Brasil a execução de políticas de promoção de exportações em cooperação com o Poder Público, inclusive ações para promoção de investimentos. 
§ 1º  As ações de que tratam o caput observarão as políticas nacionais de desenvolvimento, particularmente as relativas às áreas industrial, comercial, tecnológica, de agricultura e de serviços. 
§ 2º  Na promoção das ações de que trata este artigo, a Apex-Brasil deverá dar atenção especial às ações estratégicas que promovam a inserção competitiva das empresas brasileiras nas cadeias globais de valor, a atração de investimentos e a geração de empregos e apoiar as empresas de pequeno porte. 
§ 3º  Nos termos do contrato de gestão previsto neste Decreto, a Apex-Brasil apoiará os órgãos do Poder Executivo com representação no seu Conselho Deliberativo e na Câmara de Comércio Exterior - CAMEX, mediante a elaboração de estudos econômicos, jurídicos e técnicos e a prestação de serviços para promover o comércio exterior, os investimentos e a competitividade internacional do País e para subsidiar negociações comerciais de interesse da República Federativa do Brasil. 
§ 4º  A Apex-Brasil contará com grupo técnico, sem custos adicionais de pessoal, para coordenar, com os setores público e privado, a facilitação e a divulgação de mecanismos de financiamento e garantia para promover o comércio exterior. 
§ 5º  A Apex-Brasil apoiará as atividades de ombudsman de investimentos diretos da Secretaria-Executiva da CAMEX, em particular no que se refere à assistência e à orientação aos investidores, à divulgação de oportunidades de investimento e à prestação de informações acerca de políticas de investimento, além da proposição de medidas que visem a facilitar os investimentos diretos, com base em sua atuação junto a empresas e investidores.” (NR)

Art. 4º  O Conselho Deliberativo, órgão superior de direção da APEX-Brasil, é responsável pela definição das seguintes matérias, além daquelas constantes do estatuto social: (...)
§ 1º  O Conselho Deliberativo será composto pelo Ministério das Relações Exteriores, cujo titular o presidirá, e por um representante titular e um suplente de cada um dos órgãos e entidades a seguir relacionados:
I - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento;
II - Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços;
III - Secretaria-Executiva do Programa de Parcerias de Investimentos - PPI;
IV - Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES;
V - Confederação Nacional da Indústria - CNI;
VI - Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA;
VII - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - Sebrae; e
VIII - Associação de Comércio Exterior do Brasil - AEB.
 IX - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE.

§ 4º  A Secretaria-Executiva da CAMEX será convidada para as reuniões do Conselho Deliberativo e poderá se manifestar sem direito a voto. 
§ 5º   Os membros do Conselho Deliberativo terão mandato de dois anos. 
§ 6º   O Ministro de Estado das Relações Exteriores indicará suplente, que o substituirá na Presidência do Conselho Deliberativo nas suas ausências e impedimentos.” (NR)

Art. 5º  O Conselho Fiscal, órgão responsável pela fiscalização e controle interno da APEX-Brasil, é responsável pelas seguintes matérias, além daquelas constantes do estatuto social: (...)

§ 1º  O Conselho Fiscal será composto por um representante titular e um suplente de cada um dos órgãos e entidades a seguir relacionados, os quais terão mandato de dois anos:
I - Ministério das Relações Exteriores;
II - Ministérios integrantes da CAMEX; e
III - Sebrae.

Art. 7º  Compete ao Ministro de Estado das Relações Exteriores supervisionar a gestão da Apex-Brasil. 
§ 1º  O Ministério das Relações Exteriores, em conjunto com a Apex-Brasil, definirá os termos do contrato de gestão, observado o disposto na Lei no 10.668, de 14 de maio de 2003. 
§ 2º  O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão e a Casa Civil da Presidência da República analisarão previamente o contrato de gestão, sendo o pronunciamento favorável desses órgãos pré-requisito para a sua assinatura. 
§ 3º  O contrato de gestão será publicado no Diário Oficial da União pelo Ministério das Relações Exteriores, por ocasião de sua celebração, revisão ou renovação, no prazo de quinze dias, contado da data de sua assinatura. 
§ 4º  O Ministro de Estado das Relações Exteriores designará a unidade administrativa, entre as já existentes na estrutura do Ministério, a qual caberá o acompanhamento do contrato de gestão.
§ 6º  O contrato de gestão terá a duração mínima de dois anos e poderá ser modificado na forma estabelecida pelo inciso VII do caput do art. 9º da Lei nº 10.668, de 2003, e ser renovado, desde que submetido à análise e à aprovação referida no § 2º. 
§ 7º  A Diretoria-Executiva submeterá anualmente para análise e deliberação do Ministério das Relações Exteriores o orçamento-programa da Apex-Brasil para execução das atividades previstas no contrato de gestão, observado o disposto no inciso IV do caput do art. 4º. 
§ 8º  Por ocasião do termo final do contrato de gestão, o Ministério das Relações Exteriores deverá proceder à avaliação conclusiva sobre os resultados alcançados.” (NR)

Art. 8º  A Apex-Brasil apresentará, anualmente, ao Ministério das Relações Exteriores, até 31 de janeiro de cada exercício, relatório circunstanciado sobre a execução do contrato de gestão no exercício anterior, contendo, no mínimo, as seguintes informações:
Parágrafo único.  Até 31 de março de cada exercício, o Ministério das Relações Exteriores analisará o relatório de que trata este artigo e emitirá parecer sobre o cumprimento do contrato de gestão pela Apex-Brasil.” (NR) 

Art. 2º  A Agência de Promoção de Exportações do Brasil - Apex-Brasil e o Ministério das Relações Exteriores adaptarão o contrato de gestão vigente no prazo de três meses da entrada em vigor deste Decreto, respeitado o  disposto no § 2º do art. 7º do Decreto nº 4.584, de 5 de fevereiro de 2003. 

Parágrafo único.  Nos termos do parágrafo único, inciso VII, do art. 7º da Medida Provisória nº 726, de 12 de maio de 2016, o Ministério das Relações Exteriores e a Apex-Brasil serão as partes do contrato de gestão de que trata o caput.  

Art. 3º  O Estatuto da Apex-Brasil será revisado, no que couber, no prazo de três meses da data de entrada em vigor deste Decreto. 

Art. 4º Fica revogado o § 2º do art. 4º do Decreto nº 4.584, de 5 de fevereiro de 2003. 

Art. 5º  Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. 

Brasília, 21 de junho de 2016; 195o da Independência e 128o da República. 

MICHEL TEMER
José Serra
Este texto não substitui o publicado no DOU de 22.6.2016

17/06/2016

Entrevista com Rômulo Dias, do Espaço Zeitgeist


O entrevistado de hoje é o Professor Rômulo Dias, que tem uma formação transdisciplinar: é graduado em história pela UNIRIO, em jornalismo pela UFF, pós-graduado em Relações Internacionais pela UCAM e mestre em Geografia Política pela UFRJ. Trabalha há sete anos com a preparação de candidatos à  Carreira Diplomática e, neste ínterim, ministrou cursos presenciais em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, além de ter contato com candidatos de todo o Brasil por meio dos cursos online que atualmente ministra.




Ao falar sobre o Espaço Zeitgeist, Rômulo afirma que

"A nossa intenção não é a de ser um curso preparatório, com ciclos de ingresso estabelecidos, cursos teóricos de longa duração e cursos de exercícios de todas as matérias do Concurso de Admissão à Carreira Diplomática (CACD). O Espaço Zeitgeist, no que diz respeito à seara do CACD, é uma iniciativa que tem como propósito preencher lacunas em uma preparação que é cada vez mais complexa, seja pela natureza de um concurso em constante mutação, seja pelo aumento da competitividade, em virtude da observação de candidatos cada vez mais preparados. O mercado oferece cursos teóricos que dão conta do edital. O mercado oferece cursos de exercício que simulam as distintas fases do concurso. O que o mercado não oferecia era a oportunidade de o candidato engajar-se em uma preparação genuinamente avançada, no sentido de constituir repertório, diferenciais em relação aos seus pares. 

O Espaço Zeitgeist, com os seus cursos de aprofundamento ministrados desde 2014, concede ao aluno a oportunidade de mergulhar mais fundo em um determinado tema, bem como de observar as distintas facetas que um mesmo tema pode apresentar a partir do olhar de uma ou outra disciplina, melhor ainda, a partir do diálogo entre diferentes disciplinas. Oferecemos ao candidato, em síntese, a oportunidade de ampliar vertical e horizontalmente o conteúdo estudado. Neste sentido, mesmo que, eventualmente oferecendo cursos  de longa duração, cursos de base, o nosso foco é o estudo avançado, adensado. Em tempo, vale dizer que um estudo avançado não é necessariamente para alunos avançados, haja vista que, um aluno está apto para aprofundar o seu conhecimento a respeito de um determinado tema, a partir do momento em que tomou contato com o mesmo em algum momento, ainda que de forma genérica. Sendo assim, não hierarquizamos os nossos candidatos.

Todos podem participar de nossos cursos, percebendo em nosso trabalho uma maneira de desenvolver diferenciais de valor em um concurso tão difícil."


Rômulo, quando e como surgiu a ideia de criar o Espaço Zeitgeist?

O Zeitgeist foi criado no ano de 2014, momento em que o mercado encolhia com o sepultamento definitivo dos tempos das vacas gordas - época em que havia cem vagas por ano para o ingresso no Instituto Rio Branco. O concurso de 2013 tardara a acontecer levando desconfiança aos candidatos. O concurso de 2014, por sua vez, traria uma surpresa ainda mais desagradável em seu edital publicado no mês de fevereiro: o número de vagas tinha chegado ao fundo do poço, tendo sido aprovados apenas os que se autodenominariam  “18 do forte”. Diante deste quadro, percebia-se que a estrutura então oferecida ao concursando para que este conseguisse a sua aprovação já não atendia mais às suas necessidades como antes. Era necessário propor algo diferente, sacudir a poeira e quebrar paradigmas há muito consolidados e, àquela época, em processo acelerado de obsolescência. O caminho natural seria criar uma estrutura que não reproduzisse aquilo que já se se observava, mas que exercesse função complementar, empoderando o aluno e distinguido-o daqueles que seguiam estritamente vinculados à estrutura anterior.


Professores Rômulo Dias e Thiago Rocha, na interface do Espaço Zeitgeist





Como funciona a plataforma e em que ela pode ajudar aos estudantes?

Tendo em vista o nosso desejo de aparar arestas, oferecer diferenciais, estes anos iniciais vem sendo de constante mutação, de muito estudo e observação dos novos rumos que o CACD vem tomando. O Espaço Zeitgeist ganhou muito mais força quando da chegada do professor Thiago Rocha, amigo de longa data, desde os tempos da pós-graduação em geografia e grande conhecedor do concurso. A nossa parceria rendeu frutos, já no ano de 2015, com o pragmatismo do Thiago contribuindo muito para dar nova forma ao trabalho até então realizado. A consolidação da sociedade nos permitiu ministrar vários cursos juntos, e o feedback dos alunos nos trouxe a certeza de que estávamos no caminho certo. Nos últimos meses, em particular no início do ano de 2016, buscamos desenvolver um novo modelo de trabalho. Diferentemente dos ciclos observados nos cursos tradicionais, nos quais existem períodos específicos para o ingresso do candidato,  o Espaço Zeitgeist permite a matrícula A QUALQUER MOMENTO, em TODOS os cursos que estão disponíveis na nossa plataforma. Com o objetivo de garantir a qualidade do nosso trabalho e evitar a sua defasagem, os cursos vão saindo da plataforma, seja para dar lugar a versões novas, seja para permitir a entrada de novos cursos e/ou novas abordagens. O tempo de permanência dos cursos na nossa plataforma está diretamente relacionado à capacidade deste curso em se manter pertinente e atual. 

Para o aluno, este formato é interessante porque, quando estudando um determinado tema, de forma autodidata ou através de um curso de longa duração, ele pode buscar em nossa plataforma condições de, imediatamente, aprofundá-lo, construindo de imediato um diferencial em relação aos seus pares. Cursos teóricos duram de quatro a seis meses. Embora necessários, trata-se de um deserto que o aluno atravessa, cheio de dúvidas, incertezas, muitas vezes perdendo motivação. Colocar alguns cursos de aprofundamento ao longo deste processo contribui para dar novo ânimo ao concursando, o qual se sente confiante quando tem a oportunidade de promover uma leitura mais vertical ou transdisciplinar de um determinado tema.





Qual é o diferencial do Espaço Zeitgeist?

O nosso diferencial é ser diferentes. E por ser diferentes, não entendemos ser melhor que as outras iniciativas, mas ser complementar a todas elas. O nosso diferencial é que buscamos nos inserir no mercado da preparação do CACD não a partir de um modelo concorrencial com outros, mas procurando permanentemente as complementaridades que sejam capazes de preencher as lacunas que vão ficando na preparação dos candidatos. A  flexibilidade da nossa proposta permite-nos fazer um ajuste mais fino na construção do repertório dos candidatos.


Como é formado o corpo de profissionais que fazem parte do Espaço Zeitgeist?

Esta é uma pergunta difícil de responder. A nossa estrutura é enxuta e os professores que participam dos cursos oferecidos pelo Zeitgeist são nossos parceiros, pessoas em cujo trabalho acreditamos e profissionais que compartilham da nossa visão em relação ao CACD, dispostos a dialogar em aula, a oferecer cursos multidisciplinares, que tragam a possibilidade de enxergar um mesmo tema por várias perspectivas. Acreditamos que essa é uma tendência do concurso nos últimos anos, a saber: um diálogo maior entre as disciplinas.


Que dicas poderia dar para quem está estudando para o CACD e pretende se tornar diplomata?

Toda preparação visando aprovação em concursos públicos deve levar em conta, essencialmente, duas dimensões: a técnica e a motivacional. A maior parte daqueles que se preparam para o CACD buscam a excelência técnica, o que significa a aquisição de conteúdo cada vez mais profundo e pertinente, bem como a consolidação de uma metodologia de estudos apropriada à constituição de um material ótimo para o concurso. No entanto, a excelência nesta dimensão não é suficiente, devendo correr em paralelo com a dimensão motivacional. O principal desafio para a maior parte dos meus alunos não é entender o subsistema platino no século XIX, mas, simplesmente, continuar estudando, apesar das intempéries, apesar das dúvidas, apesar das fofocas. O maior conselho que eu posso dar para os CACDistas, neste sentido, é: olhe o tempo todo para dentro, acredite em você e siga estudando, não importa as suas limitações. Resiliência é atributo fundamental para a aprovação de cada um de vocês.


Com a mudança no número de vagas ofertadas no CACD, aprofundar-se é um grande diferencial nas provas dissertativas?

Aprofundar-se é sempre essencial. Sempre foi. Estudar para um concurso como o CACD não é apenas tomar contato com todos os pontos do edital. Para além disso, é essencial aprofundar o estudo dos referidos pontos a fim de não apenas constituir um repertório diferenciado, mas também conquistar a confiança necessária para julgar com segurança as assertivas apresentadas no Teste de Pré-Seleção, o TPS.





Quais foram os principais cursos já oferecidos pelo Espaço Zeitgeist? 

Hoje a nossa carta de cursos já é bastante ampla e acreditamos que todos os cursos são de extrema relevância para os candidatos. No entanto, os cursos de maior procura são aqueles que tocam em temas mais sensíveis, em temas que, tradicionalmente, são percebidos como difíceis, truncados. Neste sentido, o destaque vai para o projeto "Por Caminhos e Descaminhos: uma História do Prata", com os seus distintos módulos que pretendem oferecer um estudo pormenorizado daquele subsistema; e para o curso "Brasil: as Fronteiras do Império, os Limites do Estado", primeiro curso online ministrado simultaneamente por dois professores (eu e o Thiago Rocha). Este curso, vale dizer, tem relevância não apenas pelo tema, mas serviu de referencial para outros cursos do Zeitgeist, buscando-se sempre este diálogo entre os docentes.


Que cursos estão sendo oferecidos neste momento?

Aqui temos um ponto de fundamental importância. Muitos alunos têm dificuldade em entender a dinâmica da nossa plataforma. Nós não somos um cursos preparatório, nos quais as turmas têm um ingresso pré-definido de acordo com ciclos trimestrais ou semestrais. O Espaço Zeitgeist permite a matrícula A QUALQUER MOMENTO, em TODOS os cursos que estão disponíveis no nosso site (www.espacozeitgeist.com.br). Com o objetivo de garantir a qualidade do nosso trabalho e evitar a sua defasagem, os cursos vão saindo da plataforma, seja para dar lugar a versões novas, seja para permitir a entrada de novos cursos e/ou novas abordagens. O tempo de permanência de um curso no nosso site está, portanto, diretamente relacionado à capacidade deste curso em se manter pertinente e atual. Assim sendo, para além dos cursos que estamos lançando agora, o nosso aluno pode, se quiser, se matricular em todos os cursos oferecidos na nossa página, tendo garantido um conhecimento pertinente e apropriado principalmente aos candidatos do CACD.


Quais são os contatos, para quem tiver interesse?

Para entrar em contato conosco,  principal canal é a nossa página do facebook (www.facebook.com/zeigei) Deixo aqui, também, o meu email pessoal (romulodias@uol.com.br). Aqueles interessados em participar da nossa mailing list, podem se manifestar através da nossa página no facebook ou enviando um email pra mim. Segue também, naturalmente, o nosso site (www.espacozeitgeist.com.br).



Entrevista com o Embaixador Carlos Alberto Simas Magalhães

Obrigada pelos 50 mil acessos


A Linha de Sucessão ao Trono e à Coroa do Brasil

A LINHA DE SUCESSÃO AO TRONO BRASILEIRO



"A Linha de Sucessão ao Trono e à Coroa do Brasil é regulada pela Constituição Brasileira de 1824, que define em seu Capítulo IV – “Da Sucessão do Império”:

Art. 116. O Senhor Dom Pedro I, por Unânime Aclamação dos Povos, atual Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo, imperará sempre no Brasil.

Art. 117. Sua descendência legítima sucederá no Trono, segundo a ordem regular de primogenitura e representação, preferindo sempre a linha anterior às posteriores; na mesma linha, o grau mais próximo ao mais remoto; no mesmo grau, o sexo masculino ao feminino; no mesmo sexo, a pessoa mais velha a mais moça.

Art. 118. Extintas as linhas de descendentes legítimos do Senhor Dom Pedro I, ainda em vida do último descendente, escolherá a Assembleia Geral a nova Dinastia.

Art. 119. Nenhum estrangeiro poderá suceder na Coroa do Império do Brasil.

Art. 120. O casamento da Princesa herdeira presuntiva da Coroa será feito a aprazimento do Imperador; não existindo Imperador ao tempo em que se tratar deste Consórcio, não poderá ele se efetuar sem aprovação da Assembleia Geral. Seu Marido não terá parte no Governo e somente se chamará Imperador depois que tiver da Imperatriz filho ou filha.

Seguindo essas leis, o atual herdeiro do Trono Brasileiro é S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil. O Príncipe Dom Luiz herdou sua posição em 5 de julho de 1981, com o falecimento de seu pai, o Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, que havia sucedido diretamente à sua avó, a Princesa Dona Isabel, a Redentora, uma vez que seu pai, o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, havia morrido ainda em vida de sua mãe.

A Redentora se tornou Chefe da Casa Imperial do Brasil após o falecimento de seu pai, o Imperador Dom Pedro II, em 5 de dezembro de 1891, durante o exílio da Família Imperial, após o Golpe de 15 de novembro de 1889, que instaurou a República no Brasil. O Imperador Dom Pedro II, como todos sabem, tornou-se Soberano aos seis anos de idade incompletos, quando da abdicação de seu pai, o Imperador Dom Pedro I, no dia 7 de abril de 1831.

Os herdeiros do atual Chefe da Casa Imperial do Brasil são seus irmãos, S.A.I.R. o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, e S.A.R. o Príncipe Dom Antonio de Orleans e Bragança, Príncipe do Brasil; os dois filhos dinastas do Príncipe Dom Antonio e sua esposa, a Princesa Dona Christine de Ligne de Orleans e Bragança, Princesa do Brasil, SS.AA.RR. o Príncipe Dom Rafael e a Princesa Dona Maria Gabriela. 

Também são herdeiras duas das irmãs do Chefe da Casa Imperial, S.A.R. a Princesa Dona Isabel de Orleans e Bragança, Princesa do Brasil, e S.A.R. a Princesa de Ligne, Dona Eleonora de Orleans e Bragança, nascida Princesa do Brasil; bem como os filhos de Dona Eleonora com o nobre belga S.A. Michel, 14º Príncipe de Ligne, o Príncipe Hereditário Henri e a Princesa Alix de Ligne; estes últimos nascidos na Bélgica, mas registrados com cidadania brasileira.

Os Príncipes da Casa Imperial do Brasil são criados de acordo com os princípios da Monarquia Constitucional Parlamentar Brasileira, instituídos pelos Imperadores Dom Pedro I e Dom Pedro II e pela Princesa Dona Isabel e preservados por seus sucessores, no exílio e durante a República. Suas Altezas estão preparados para servir à Nação Brasileira com a dedicação, o amor e a sabedoria que foram tão característicos de seus antepassados."

Fonte: https://www.facebook.com/promonarquia

08/06/2016

Projeto Vou Ser Diplomata: Gran Cursos



Gravação do diálogo ao vivo.

O Gran Cursos oferece um intensivo para  CACD, com o seguinte corpo docente:



Mais informações em:

https://www.grancursosonline.com.br/cursos/por-concurso/diplomata-cacd-intensivao-de-reta-final

Livros sobre Expatriação




Há mais de um ano, tenho buscado por livros sobre expatriação e sobre famílias de diplomatas. Depois de muito buscar, fiz uma lista bem legal e estou colocando os links para as publicações no meu Pinterest. O endereço é:

https://br.pinterest.com/diplowifeBlog/livros-sobre-expatria%C3%A7%C3%A3o/


06/06/2016

FUNAG lança “Pedro Teixeira, a Amazônia e o Tratado de Madri”

"A FUNAG publicou, na coleção História Diplomática, a obra “Pedro Teixeira, a Amazônia e o Tratado de Madri”. O livro, que resultou de pesquisas feitas pelo Centro de História e Documentação Diplomática (CHDD), foi organizado por Sérgio Eduardo Moreira Lima e Maria do Carmo Strozzi Coutinho.

Esta publicação é um tributo a Pedro Teixeira, desbravador e explorador luso-brasileiro, e constitui o reconhecimento da visão político-estratégica, cuja dimensão diplomática foi atingida, em sua plenitude, com o Tratado de Madri, em 1750.

Apesar do alcance da histórica missão de Pedro Teixeira, que, em 1637, liderou expedição com duas mil pessoas em canoas a montante do Amazonas, seu significado ainda não conta com narrativa abrangente que consolide os estudos e documentos esparsos existentes, alguns dos quais em bibliotecas de Portugal, de outros países europeus e sul-americanos.

Diante disso, a FUNAG assumiu o desafio editorial de produzir levantamento das principais referências documentais sobre a missão de Pedro Teixeira, com o objetivo de contemplar a exploração do rio Amazonas a partir da perspectiva da Coroa Portuguesa, no contexto do período final da União Ibérica."

A obra já está disponível para download gratuito na Biblioteca Digital da Fundação:

Como serão as três fases do CACD 2016

O edital para o concurso admissão à carreira de diplomata foi publicado hoje no DOU (link) e na página do CESPE (link). As principais informações sobre as provas das três fases estão reunidas abaixo. Mas lembre-se: o post do blog não substitui a leitura do edital nem o acompanhamento das publicações na página do CESPE. 





5.2 A prova objetiva da Primeira Fase será aplicada nas capitais dos 26 Estados da Federação e no Distrito Federal, na data provável de 24 de julho de 2016, em dois períodos: o primeiro, iniciando-se às 10 horas, com duração de 2 horas e 30 minutos; e o segundo, iniciando-se às 15 horas, com duração de 3 horas e 30 minutos.

5.2.1 Na data provável de 19 de julho de 2016, será publicado no Diário Oficial da União e divulgado na internet, no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/irbr_16_diplomacia, edital que informará a disponibilização da consulta aos locais e aos horários de realização das provas.
5.3 Cada questão será composta com 4 itens para julgamento. O julgamento de cada item será CERTO ou ERRADO, de acordo com o comando a que se refere o item.

5.3.1 Haverá, na folha de respostas, para cada item, dois campos de marcação: o campo designado com o código C, que deverá ser preenchido pelo candidato caso julgue o item CERTO, e o campo designado com o código E, que deverá ser preenchido pelo candidato caso julgue o item ERRADO.

5.3.2 Para obter pontuação em cada item, o candidato deverá marcar um, e somente um, dos dois campos da folha de respostas.

5.4 A folha de respostas da prova objetiva da Primeira Fase será corrigida por meio de processamento eletrônico.

5.5 A nota em cada item do tipo CERTO ou ERRADO de cada questão, feita com base nas marcações da folha de respostas, será igual a:
a) 0,25 ponto caso a resposta do candidato esteja em concordância com o gabarito oficial definitivo da prova;
b) 0,25 ponto negativo caso a resposta do candidato esteja em discordância com o gabarito oficial definitivo da prova;
c) 0,00 caso não haja marcação ou caso haja marcação dupla.


SEGUNDA FASE

7.1 A prova escrita de Língua Portuguesa, de caráter eliminatório e classificatório, valerá 100,00 pontos e consistirá de: Redação sobre tema geral e Dois exercícios de interpretação, de análise ou de comentário de textos.

7.2 A prova escrita de Língua Portuguesa será aplicada nas capitais onde houver candidatos aprovados na Primeira Fase, na data provável de 17 de setembro de 2016, e terá duração de 5 horas, com início às 14 horas.

7.3 A redação e os dois exercícios da prova escrita de Língua Portuguesa serão avaliados segundo os critérios a seguir:



7.3.1 Será apenada a redação e o exercício que desobedecer à extensão mínima ou máxima de palavras, deduzindo-se, da pontuação atribuída à redação ou ao exercício, 0,20 ponto para cada palavra que faltar para atingir o mínimo ou que exceder o máximo exigido.

7.3.2 Será atribuída nota zero à redação ou ao exercício que não se atenha ao tema proposto ou que obtenha pontuação zero na avaliação da correção gramatical e da propriedade da linguagem.

7.4 A nota do candidato na prova escrita de Língua Portuguesa (NPELP) será igual à soma das notas obtidas na redação e nos exercícios.




8.1.1 Observações específicas quanto à prova de Língua Espanhola e Língua Francesa:

8.1.1.1 Cada questão será composta com 4 itens para julgamento. O julgamento de cada item será CERTO ou ERRADO, de acordo com o comando a que se refere.

8.1.1.2 Haverá, na folha de respostas, para cada item, dois campos de marcação: o campo designado com o código C, que deverá ser preenchido pelo candidato caso julgue o item CERTO, e o campo designado com o código E, que deverá ser preenchido pelo candidato caso julgue o item ERRADO.

8.1.1.3 Para obter pontuação em cada item, o candidato deverá marcar um, e somente um, dos dois campos da folha de respostas.

8.2 As provas escritas e a prova objetiva da Terceira Fase terão duração de 4 horas cada e serão aplicadas nas capitais onde houver candidatos aprovados na Primeira Fase, nas datas prováveis de:

a) 18/9/2016: Prova de Língua Inglesa, iniciando-se às 9 horas;
b) 18/9/2016: Prova de História do Brasil, iniciando-se às 15 horas;
c) 24/9/2016: Prova de Política Internacional e Geografia, iniciando-se às 9 horas;
d) 24/9/2016: Prova de Noções de Economia, iniciando-se às 15 horas;
e) 25/9/2016: Prova de Noções de Direito e Direito Internacional Público, iniciando-se às 9 horas;
f) 25/9/2016: Prova de Língua Espanhola e Língua Francesa, iniciando-se às 15 horas.

8.3 Na prova de Língua Inglesa, será apenada a redação que desobedecer à extensão mínima ou máxima de palavras, deduzindo-se, da pontuação atribuída, 0,10 ponto para cada palavra que faltar para atingir o mínimo ou que exceder o máximo exigido.

8.3.1 Será atribuída nota zero à redação que não se atenha ao tema proposto.

8.4 A nota final na prova objetiva de Língua Espanhola e Língua Francesa será a soma algébrica das notas obtidas em todos os itens que compõem as questões da prova.

8.4.1 A nota em cada item de cada questão, feita com base nas marcações da folha de respostas, será igual a:
a) 0,50 ponto caso a resposta do candidato esteja em concordância com o gabarito oficial definitivo da prova;
b) 0,50 ponto negativo caso a resposta do candidato esteja em discordância com o gabarito oficial definitivo da prova;
c) 0,00 ponto caso não haja marcação ou caso haja marcação dupla.

Calendário de provas do CACD 2016

O edital para o concurso admissão à carreira de diplomata foi publicado hoje no DOU (link) e na página do CESPE (link). Dentre outras datas importantes previstas para o concurso, está o calendário de provas, que segue abaixo:



24 de julho de 2016: prova objetiva da Primeira Fase será aplicada em dois períodos: o primeiro, iniciando-se às 10 horas, com duração de 2 horas e 30 minutos; e o segundo, iniciando-se às 15 horas, com duração de 3 horas e 30 minutos.

17 de setembro de 2016: prova escrita de Língua Portuguesa, terá duração de 5 horas, com início às 14 horas.

18 de setembro de 2016: prova de Língua Inglesa, iniciando-se às 9 horas.

18 de setembro de 2016: prova de História do Brasil, iniciando-se às 15 horas.

24 de setembro de 2016: prova de Política Internacional e Geografia, iniciando-se às 9 horas.

24 de setembro de 2016: prova de Noções de Economia, iniciando-se às 15 horas.

25 de setembro de 2016: prova de Noções de Direito e Direito Internacional Público, iniciando-se às 9 horas.

25 de setembro de 2016: prova de Língua Espanhola e Língua Francesa, iniciando-se às 15 horas.

04/06/2016

Relações Internacionais em Pauta




No canal do IPRI:
https://www.youtube.com/channel/UCoufYcbPOeRZG0Lm9iFng4g

Quanta comida se pode consumir com 1 ou 5 Dólares mundo afora?





Cerimônia de transmissão do cargo de secretário-geral das Relações Exteriores

Discurso do embaixador Marcos Galvão por ocasião da cerimônia em que tomou posse como secretário-geral das Relações Exteriores – Brasília, 25 de maio de 2016. Transcrição da íntegra do discurso disponível neste link.







Discurso do embaixador Sérgio Danese por ocasião da cerimônia de transmissão do cargo de secretário-geral das Relações Exteriores – Brasília, 25 de maio de 2016. Transcrição da íntegra do discurso disponível neste link.




03/06/2016

Portaria estabelece as normas que regerão o CACD 2016

PORTARIA Nº 318, DE 2 DE JUNHO DE 2016

O MINISTRO DE ESTADO, INTERINO, DAS RELAÇÕES EXTERIORES, no uso de suas atribuições, de acordo com o estabelecido no Decreto n° 6.944, de 21 de agosto de 2009, e tendo em vista o disposto nos artigos 1° e 5° do Regulamento do Instituto Rio Branco, aprovado pela Portaria n° 179, de 14 de março de 2014, publicada no Diário Oficial da União de 17 de março de 2014,
resolve:

Art. 1° Ficam estabelecidas as normas que se seguem para o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata de 2016.

Art. 2° O Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata de 2016 consistirá, na Primeira Fase, de prova objetiva, de caráter eliminatório, constituída de questões de Língua Portuguesa, de História do Brasil, de História Mundial, de Geografia, de Política Internacional, de Língua Inglesa, de Noções de Economia e de Noções de Direito e Direito Internacional Público.

Art. 3° A Segunda Fase consistirá de prova discursiva eliminatória e classificatória de Língua Portuguesa.

Parágrafo único. Será estabelecida nota mínima para aprovação na prova de Português.

Art. 4° A Terceira Fase consistirá de provas discursivas de:

a) História do Brasil; b) Geografia e Política Internacional; c) Língua Inglesa; d) Noções de Economia; e) Noções de Direito e Direito Internacional Público; e de prova objetiva de Língua Espanhola e Língua Francesa.

§ 1° As seis provas da Terceira Fase terão peso equivalente.

§ 2° Será estabelecida nota mínima para aprovação no conjunto das provas da Terceira Fase.

§ 3° As provas da Terceira Fase serão eliminatórias e classificatórias.

Art. 5° Serão oferecidas, no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata de 2016, 30 (trinta) vagas para a classe inicial da Carreira de Diplomata.

Art. 6° O Diretor-Geral, interino, do Instituto Rio Branco fará publicar o Edital do Concurso.

Art. 7° O prazo de realização da primeira prova, com relação à data de publicação do Edital do Concurso, será reduzido para 51 (cinquenta e um) dias, nos termos do artigo 18, § 2°, do Decreto n°
6.944, de 21 de agosto de 2009.


Fonte:

IPRI - Relações Internacionais em Pauta - Entrevista com o Ministro Paulo Roberto de Almeida






Ministro e Professor Dr. Paulo Roberto de Almeida é entrevistado pelo Ministro Alessandro Candeas, Diretor substituto do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI), da Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG), vinculada ao Ministério das Relações Exteriores.

Fonte:
http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2016/06/uma-entrevista-sobre-as-relacoes.html