28/02/2017

Coisas com o nome Diplomata - Parte III

Seguindo na série "Coisas com o nome Diplomata", apresento a vocês receitas de?

Carne à diplomata
www.tudogostoso.com.br/receita/104498-carne-a-diplomata.html

Doce tipo diplomata
www.tudogostoso.com.br/receita/5996-doce-tipo-diplomata.html

Receita de diplomata (!?!)
cybercook.uol.com.br/receita-de-diplomata-r-99-98225.html


Clube do Livro: Diplowife - Mês 02



"When Pamela O'Cuneen heard her diplomat husband was being transferred to Suriname, her first reaction was: 'Suri-where?' Neither she nor anyone she spoke to had heard of the country. Having spent sixteen years in Africa - a story told in her first book, Culture Shock and Canapes - she was prepared for surprises, but Suriname, the mysterious land of seven cultures, proved to be a multi-layered experience that tested all her powers of cultural adaptation. Hummingbirds in My Hair describes Pamela's move from rainforest Suriname to carnivalesque Trinidad where, beneath the sound of steel pans and soca music, a dark and violent history of enslaved people still influences politics today. Those who read and enjoyed Culture Shock and Canapes will welcome this second episode of diplomatic travels and travails, revealing that what goes on inside embassy walls in developing countries is not just endless champagne and silver spoons. The book unrolls with humour, delighting in a lively procession of multicultural characters and animals, and includes a variety of recipes collected along the way..."

21/02/2017

Duplas Sertanejas com nome Chanceler ou Diplomata

Na música sertaneja os nomes "Diplomata" e "Chanceler" são famosos para duplas. Vamos conhecer três delas?


CHANCELER E DIPLOMATA




CHANCELLER E MONTENEGRO





ZÉ DA VIOLA E DIPLOMATA



20/02/2017

Diplomatas Famosos: Oswaldo Aranha - Parte III

"Na primeira sessão especial da Assembléia Geral da ONU, em 1947, Oswaldo Aranha inaugurou a tradição -que se mantém até hoje- de ser um brasileiro o primeiro orador daquele foro internacional.

Oswaldo Euclides de Souza Aranha era um dos 11 filhos do coronel Euclides de Souza Aranha e de Luiza de Freitas Valle Aranha, proprietários da estância Alto Uruguai, no município gaúcho de Itaqui.

Freqüentou a faculdade de direito, aproximando-se dos colegas que se ligavam às oposições, embora o pai fosse do partido situacionista. Manteve também intensa atividade política contra o então presidente da República, marechal Hermes da Fonseca.

Em princípios de 1917, instalou banca em Uruguaiana. Até 1923, dedicou-se quase exclusivamente à advocacia, obtendo alto conceito profissional. Getúlio Vargas (também advogado, formado em 1907) costumava consultá-lo, e os dois chegaram a ter clientes em comum.

Pouco depois de haver fixado residência em Uruguaiana, Aranha casou com Delminda Benvinda Gudolle, com quem teria quatro filhos.

Começou a carreira política como intendente da cidade de Alegrete e depois subchefe de polícia de Porto Alegre e deputado federal. Em novembro de 1927, com a eleição de Vargas para o governo do Rio Grande do Sul, Aranha foi convidado a ocupar a Secretaria do Interior e da Justiça.

Tornou-se um dos principais articuladores da Revolução de 1930, que começou em Porto Alegre em 3 de outubro daquele ano. Uma semana depois, Getúlio Vargas passou o poder do estado para Oswaldo Aranha, antes de rumar para Ponta Grossa (PR), onde estabeleceu seu quartel-general e assumiu o comando das forças revolucionárias em marcha para o Rio de Janeiro, então capital da República.

Em 1931, Aranha tornou-se ministro da Justiça e da Fazenda. Criou o "Esquema Aranha", que se destinava a evitar o aumento da dívida externa e possibilitou uma redução real dos débitos. Foi embaixador em Washington entre 1933 e 1937 e ministro das Relações Exteriores a partir de 1938.

Como chanceler, colocou o Brasil ao lado dos Aliados durante a Segunda Guerra Mundial, conseguindo importantes vantagens políticas e econômicas que estimularam nossa industrialização.

Em 1947, como chefe da delegação brasileira na ONU, defendeu a criação do Estado de Israel. Sempre preocupado com questões de segurança nacional, promoveu o pan-americanismo e estreitou o relacionamento com a Argentina. No Itamaraty, pôs a diplomacia brasileira no caminho da análise política internacional e destacou a utilização do comércio e demais atividades econômicas como instrumentos da política externa.

Em 1953, a convite de Getúlio Vargas, voltou ao Ministério da Fazenda, onde criou o "Plano Aranha", que visava a agilizar o mecanismo fazendário e fiscal, adotar uma política orçamentária e codificar o direito tributário e a lei orgânica do crédito público.

Após o suicídio de Vargas (agosto de 1954), Oswaldo Aranha afastou-se da vida pública, retornando ao escritório de advocacia. Em 1956, já no governo Kubitschek, foi convidado a participar da delegação brasileira na ONU, mas recusou. No ano seguinte, porém, aceitou novo convite, sendo nomeado chefe da delegação brasileira na 12ª Assembléia Geral das Nações Unidas.

Em 1958, seu nome foi cogitado para concorrer ao Senado, tanto pelo Distrito Federal quanto pelo Rio Grande do Sul. Dois anos depois, concorreu à Vice-Presidência da República na chapa do general Henrique Teixeira Lott, mas veio a morrer em 27 de janeiro."

Fonte: 

09/02/2017

Acordos Promulgados Hoje

Decreto nº 8.984, de 8.2.2017 - Promulga o Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte para Evitar a Dupla Tributação de Salários, Ordenados e Outras Remunerações Auferidas por Membro de Tripulação de Aeronave Operada em Tráfego Internacional, firmado em Brasília, em 2 de setembro de 2010.

07/02/2017

Programa Iluminuras: entrevista com Felipe Fortuna


Sopa Leão Veloso

Seguindo na gastronomia com nomes de diplomatas, hoje conheceremos a Sopa Leão Veloso.

"Leão Veloso foi diplomata. Atuou em diversos países e quando representou o Brasil na França, teve contato com um prato típico da região do Mediterrâneo: a Bouillabaisse! Sopa feita pelos pescadores do Porto de Marselha, geralmente com peixes menos nobres, que não tinham muito valor comercial… Voltando ao Brasil, resolveu introduzir a receita por aqui e. como devia ser muito modesto, a batizou com seu nome. Com algumas mudanças começou a desenvolver a receita utilizando a cabeça de Cherne e Camarões para o Caldo. Foi no Restaurante do Rodriguez, no Rio de Janeiro, que a sopa tomou forma. A maneira de preparo é quase idêntica a da Boillabaisse.. ficando de fora o Açafrão.. talvez por motivos econômicos, sabe-se lá…Aqui é normalmente servida com peixe, camarões, mariscos, lula e polvo, mas a receita varia conforme a disponibidade de cada ingrediente." Fonte e receita completa: http://www.obagastronomia.com.br/sopa-leao-veloso

Vale muito a pena conhecer o restaurante onde a sopa foi inventada e ouvir a história narrada pelo dono do estabelecimento. O link para o vídeo é https://globoplay.globo.com/v/3932104.

Para uma abordagem mais divertida, assistam a este programa, a partir de 1 minuto de vídeo. 





06/02/2017

Diplomatas famosos: Pedro Leão Veloso Neto

"Pedro Leão Veloso Neto nasceu em Pindamonhangaba (SP) no dia 13 de janeiro de 1887, filho de Pedro Leão Veloso Filho, fazendeiro em São Paulo, advogado, professor de direito, juiz, promotor público, presidente da província de Alagoas de julho a agosto de 1888, chefe de polícia do Paraná em 1884 e de São Paulo em 1889, redator-chefe do Correio da Manhã, onde escrevia sob o pseudônimo de Gil Vidal, e deputado federal de 1906 a 1917. Seu avô, o conselheiro Pedro Leão Veloso, foi durante o Império deputado provincial, conselheiro de estado, senador, ministro e presidente das províncias do Espírito Santo, Alagoas, Maranhão, Rio Grande do Norte, Piauí, Pará e Ceará. Seu primo Pedro Leão Veloso Wähmann foi presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro de 1975 a 1978,

Pedro Leão Veloso Neto diplomou-se em 1907 pela Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, então Distrito Federal, ingressando em seguida na diplomacia, como auxiliar do Tribunal Arbitral Brasileiro-Peruano. Em janeiro de 1908, passou a auxiliar do Tribunal Arbitral Brasileiro-Boliviano, reunido no Rio de Janeiro para apurar o montante das indenizações devidas ao Brasil em virtude do Tratado de Petrópolis, que ratificou a soberania brasileira sobre o Acre.

Em janeiro de 1910, foi nomeado segundo-secretário, servindo no Ministério das Relações Exteriores, no Rio, até outubro de 1911, quando foi designado para a embaixada do Brasil em Roma. Permaneceu na capital italiana até abril de 1913. De junho daquele ano a fevereiro de 1916, serviu como segundo-secretário em Paris. Promovido a primeiro-secretário, transferiu-se em julho de 1916 para a embaixada em Berna. Designado conselheiro em abril de 1918, retornou a Paris. De maio de 1918 a agosto de 1919, serviu como primeiro-secretário na capital francesa.

Com o fim da Primeira Guerra Mundial, foi instalada, em janeiro de 1919, a Conferência de Paz de Versalhes. A delegação brasileira era chefiada por Epitácio Pessoa e dela fazia parte Leão Veloso, como primeiro-secretário, função que exerceu até agosto. Nomeado então encarregado de negócios em Copenhague, representou o Brasil na Dinamarca até março de 1920. Em abril do mesmo ano voltou para Roma, no posto de primeiro-secretário e depois como encarregado de negócios. De março de 1923 a março de 1926, foi encarregado de negócios em Paris.

De volta ao Brasil, assumiu, em novembro de 1926, no início do governo de Washington Luís, a chefia de gabinete do ministro das Relações Exteriores, Otávio Mangabeira.

Em julho de 1928, representou o governo brasileiro na solenidade de posse do presidente do Paraguai.

Em abril de 1929, foi promovido a ministro-residente e designado para servir em Pequim. Permaneceu no entanto na chefia do gabinete de Mangabeira até a deposição do governo de Washington Luís pela Revolução de 1930, em 24 de outubro.

No início de 1931, promovido a ministro plenipotenciário de segunda classe, seguiu para Pequim como embaixador extraordinário. Em fevereiro de 1934, foi promovido a ministro plenipotenciário de primeira classe, permanecendo na China até novembro de 1935. Transferido para Tóquio como embaixador em comissão, ficou no Japão até março de 1939. Removido para Roma, chefiou a representação brasileira na Itália até fevereiro de 1941, retornando então ao Brasil. No ano seguinte, chefiou o Departamento Diplomático e Consular do Itamarati.

Em julho de 1942, um mês antes de o Brasil declarar guerra às potências do Eixo, Leão Veloso passou a ocupar o cargo de secretário-geral do Ministério das Relações Exteriores, exercendo-o até agosto de 1944. Em setembro de 1943, foi indicado para servir junto à Comissão de Emergência para a Defesa Política do Continente. Foi também diretor da Seção de Segurança Nacional do Ministério das Relações Exteriores.

Em 24 de agosto de 1944, Pedro Leão Veloso assumiu em caráter interino o Ministério das Relações Exteriores, em substituição ao chanceler Osvaldo Aranha, que se demitira desgastado por conflitos internos com a cúpula do regime e em protesto pelo fechamento da Sociedade Amigos da América.

Como ministro interino, ainda em 1944 manteve conversações em Washington com o embaixador soviético nos EUA, Andrei Gromiko, visando ao estabelecimento de relações entre o Brasil e a URSS, o que veio a ocorrer através de protocolo formado pelos dois países em março de 1945.

Em fevereiro de 1945, Pedro Leão Veloso presidiu a delegação brasileira à Conferência Interamericana sobre Problemas da Guerra e da Paz, em Chapultepec, México. Em abril do mesmo ano, chefiou a representação brasileira à Conferência de São Francisco, nos Estados Unidos, que aprovou a criação da Organização das Nações Unidas (ONU).

Em setembro de 1945, o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Adolf Berle Júnior, num discurso pronunciado no Hotel Quitandinha, em Petrópolis, comentou as próximas eleições brasileiras, manifestando-se contrário à idéia da Constituinte sem a renovação do Executivo ou seja, da Constituinte com Getúlio. A ingerência de um diplomata estrangeiro na política interna provocou uma onda de protestos e a reação do governo brasileiro. Leão Veloso conversou com Berle sobre o caso. Escrevendo a Carlos Martins, embaixador em Washington, o chanceler brasileiro contou que Berle se justificara dizendo que falava como amigo do Brasil e que se sentira no dever de advertir os brasileiros sobre a maneira de sentir do público norte-americano. Diante do veemente protesto do Itamarati junto ao Departamento de Estado norte-americano, entretanto, o governo de Harry Truman removeu Adolf Berle Júnior de seu posto no Rio de Janeiro.

Manteve-se à frente da pasta das Relações Exteriores, formalmente sempre como ministro interino, até a deposição do governo Vargas, em outubro de 1945. Entretanto, o novo presidente provisório, José Linhares, o confirmou no cargo, que exerceu até 31 de janeiro de 1946, início do governo do presidente Eurico Dutra, quando foi substituído por João Neves da Fontoura.

Em março de 1946, Pedro Leão Veloso foi nomeado representante do Brasil no Conselho de Segurança da ONU.

Faleceu no dia 16 de janeiro de 1947 em Nova Iorque, como embaixador brasileiro na ONU.

Robert Pechman
FONTES: ABRANCHES, J. Governos; BLAKE, A. Dic.; CONSULT. MAGALHÃES, B.; Efemérides paulistas; Encic. Mirador; Estado de S. Paulo (17/1/47); FICHÁRIO PESQ. M. AMORIM; Grande encic. Delta; GUIMARÃES, A. Dic.; HIRSCHOWICZ, E. Contemporâneos; INST. NAC. LIVRO. Índice; Jornal do Comércio, Rio (26/2/41, 17/1/42, 17, 22 e 23/1/47); LEITE, A. História; MIN. REL. EXT. Anuário (1947)."





02/02/2017

Acordos Promulgados Hoje

Decreto nº 8.979, de 1º.2.2017 - Dispõe sobre a execução do Quinquagésimo Oitavo Protocolo Adicional ao Acordo de Complementação Econômica nº 35 (58PA-ACE35), firmado entre a República Federativa do Brasil, a República Argentina, a República do Paraguai e a República Oriental do Uruguai, Estados Partes do Mercosul, e a República do Chile.